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Serra sanciona aumento de 25% para professor bem avaliado; 220 mil podem fazer prova em 2010

de Akasha De Lioncourt | Terça, 27 de Outubro de 2009

27/10/2009 - 13h37
Serra sanciona aumento de 25% para professor bem avaliado; 220 mil podem fazer prova em 2010

Da Redação*
Em São Paulo
O governador José Serra sancionou, nesta terça-feira (27), o projeto de lei que institui provas para ascensão na carreira do magistério, para professores, supervisores e diretores da rede estadual de ensino. O programa recebeu o nome de Valorização pelo Mérito. As primeiras provas serão aplicadas no início de 2010.

No dia 31 de janeiro de 2010, acontece a avaliação para diretores e supervisores. Nos dias 3 e 4 de fevereiro, serão avaliados os professores de 1ª a 5ª série do ensino fundamental e de 6ª a 9ª, respectivamente. Cerca de 220 mil professores estão habilitados a fazerem a avaliação já em janeiro. A lei permite a promoção de apenas 20% deste total, que receberá aumento de 25%.

A lei cria o Sistema de Promoção no Quadro do Magistério do ensino oficial do Estado de São Paulo, com cinco fixas em cada uma das carreiras: professor, diretor e supervisor. Dentro de cada faixa são mantidas as evoluções previstas na legislação atual, baseadas em tempo de serviço e cursos que aprimoram a formação.

As promoções significam uma evolução salarial na carreira com os seguintes percentuais de aumento:

Promoção da Faixa 1 para a 2, equivalente a 25% da remuneração inicial;

Promoção para a Faixa 3, equivalente a 50% da remuneração inicial

Promoção para a Faixa 4, equivalente a 75% da remuneração inicial

Promoção para a Faixa 5, equivalente a 100% da remuneração inicial

Salários dos professores de SP
Com o programa, a remuneração inicial para a jornada de 40 horas semanais, que hoje é de R$ 1.835 poderá chegar a R$ 6.270 ao longo da carreira - o equivalente a um aumento de 242%. Pelas regras anteriormente vigentes, a elevação máxima de salário era de 73%.

Para diretores, a remuneração poderá chegar a R$ 7.100. Sem as mudanças, o salário final para a vaga de diretor de escola seria de R$ 3.786. No caso dos supervisores, a remuneração poderá chegar a R$ 7.800.

Os profissionais poderão acumular auxílio por localização de exercício, auxílio transporte, sextas partes e qüinqüênios. Os benefícios serão incorporados na aposentadoria.

Como ganhar mais
Para a evolução nas faixas serão exigidas as seguintes notas mínimas nos exames anuais de promoção:

Da Faixa 1 para a Faixa 2: nota 6

Da Faixa 2 para a Faixa 3: nota 7

Da Faixa 3 para a Faixa 4: nota 8

Da Faixa 4 para a Faixa 5: nota 9

Os professores poderão participar da primeira promoção para a Faixa 2 após quatro anos de efetivo exercício no cargo. Os cerca de 80 mil professores temporários que se tornaram estáveis pela Lei 1010 (SPPrev) poderão participar do processo quando cumprirem quatro anos de seu primeiro vínculo com a Secretaria de Educação.

Em cada promoção o integrante do quadro do magistério poderá avançar apenas uma Faixa. Para concorrer à promoção da Faixa subseqüente deverá haver um intervalo de no mínimo três anos. O integrante do magistério que mudar de carreira mediante concurso público (de professor para diretor ou supervisor) terá garantido o enquadramento em faixa correspondente à remuneração imediatamente superior à que possuía no cargo anterior.

Quem faz a prova
O exame de promoção será realizado pela Escola de Formação de Professores de São Paulo. Sua elaboração levará em conta, no caso dos professores, os conteúdos curriculares de suas disciplinas, as práticas didáticas e os conhecimentos pedagógicos. No caso dos diretores e supervisores, haverá perguntas sobre gestão escolar e práticas de administração e supervisão educacionais.

Sindicato é contra
A Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) é contra o programa.

“Além de ser discriminatório, pois beneficia ‘até 20%’ dos professores, excluindo 80% da categoria que não terão qualquer tipo de reajuste, o PLC 29 [número do projeto enviado para a Assembleia Legislativa] é inconstitucional, pois atenta contra a isonomia salarial. Professores com igual formação, mesma jornada de trabalho, cumprindo as mesmas funções, na mesma escola, poderão ter salários diferenciados”, afirma a entidade em seu site.

Segundo a Apeoesp, o projeto também “fere a Lei Complementar 836/97 (Plano de Carreira) que, em seu artigo 25, criou a comissão paritária, na qual qualquer assunto relativos à carreira do magistério - sobretudo as referentes à evolução funcional - teriam que ser discutidas previamente”.

Pior, é que o PLC 29 altera o Plano de Carreira em vigor sem corrigir suas graves distorções, entre elas a existência de gratificações (GAM e GG) e a brutal queda do poder aquisitivo dos salários dos professores.

Com a aprovação do PLC 29, a APEOESP tomará as providências judiciais cabíveis.

* Com informações da Secretaria de Estado da Educação

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de Oswaldo Derwood Mills Neto | Sábado, 24 de Outubro de 2009

DECRETO Nº 54.953,

DE 22 DE OUTUBRO DE 2009

Suspende, no corrente exercício, a aplicação do disposto no artigo 5º do Decreto nº 25.013, de 16 de abril de 1986, para os integrantes das carreiras policiais civis em exercício na Secretaria da Segurança Pública

JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Decreta:

Artigo 1º - Fica suspensa, no corrente exercício, a aplicação do disposto no artigo 5º do Decreto nº 25.013, de 16 de abril de 1986, para os integrantes das carreiras policiais civis em exercício na Secretaria da Segurança Pública. (Artigo 5 º - A partir da data da publicação deste decreto ficam vedados os indeferimentos de férias dos funcionários e servidores por absoluta necessidade de serviço.

Parágrafo único - Os períodos de licença-prêmio adquiridos a partir de 1.º de janeiro de 1986 deverão, necessária e obrigatoriamente, ser usufruídos pelo funcionário ou servidor premiado, mediante apresentação de requerimento específico, sob pena de, não o fazendo, enquanto em atividade, ter o seu direito perempto).

Artigo 2º - As férias que vierem a ser indeferidas em decorrência da aplicação do disposto no artigo anterior serão gozadas na seguinte conformidade:

I - se o policial civil já tiver usufruído parte das férias correspondente ao exercício de 2009, o restante será gozado em 2010;

II - na hipótese contrária, pelo menos 50% (cinqüenta por cento) serão gozadas no exercício de 2010, devendo o eventual saldo ser usufruído em 2011.

Artigo 3º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 22 de outubro de 2009

JOSÉ SERRA

Antonio Ferreira Pinto

Secretário da Segurança Pública

Aloysio Nunes Ferreira Filho

Secretário-Chefe da Casa Civil

Publicado na Casa Civil, aos 22 de outubro de 2009.

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As 100 melhores Leis de Murphy

de Oswaldo Derwood Mills Neto | Sábado, 24 de Outubro de 2009

1. Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.

2. Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.

3. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.

4. Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.

5. Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou a que causar mais prejuízo.

6. Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e conseguir driblá-las, uma quinta surgirá do nada.

7. Seja qual for o resultado, haverá sempre alguém para: a) interpretá-lo mal. b) falsificá-lo. c) dizer que já o tinha previsto em seu último relatório.

8. Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora.

9. Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série.

10. Toda vez que se menciona alguma coisa: se é bom, acaba; se é ruim, acontece.

11. Em qualquer fórmula, as constantes (especialmente as registradas nos manuais de engenharia) deverão ser consideradas variáveis.

12. As peças que exigem maior manutenção ficarão no local mais inacessível do aparelho.

13. Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora. Se você jogar fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo.

14. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

15. Quando te ligam: a) se você tem caneta, não tem papel. b) se tem papel não tem caneta. c) se tem ambos ninguém liga.

16. A Natureza está sempre à favor da falha.

17. Entre dois acontecimentos prováveis, sempre acontece um improvável.

18. Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar.

19. Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para ficar na sua frente e provocar uma canelada.

20. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda provocará mais destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente.

21. A única falta que o juiz de futebol apita com absoluta certeza é aquela em que ele está absolutamente errado.

22. Por mais bem feito que seja o seu trabalho, o patrão sempre achará onde criticá-lo.

23. Nenhum patrão mantém um empregado que está certo o tempo todo.

24. Toda solução cria novos problemas.

25. Quando político fala em corrupção, os verbos são sempre usados no passado.

26. Você nunca vai pegar engarrafamento ou sinal fechado se saiu cedo demais para algum lugar.

27. Os assuntos mais simples são aqueles dos quais você não entende nada.

28. Dois monólogos não fazem um diálogo.

29. Se você é capaz de distinguir entre o bom e o mal conselho, então você não precisa de conselho.

30. Ninguém ficará batendo na sua porta, ou telefonando para você, se não houver trabalho algum a ser feito.

31. O trabalho mais chato é também o que menos paga.

32. Errar é humano. Perdoar não é a política da empresa.

33. Toda a idéia revolucionária provoca três estágios: 1º. é impossível - não perca meu tempo. 2º. é possível, mas não vale o esforço 3º. eu sempre disse que era uma boa idéia.

34. A informação que obriga a uma mudança radical no projeto sempre chega ao projetista depois do trabalho terminado, executado e funcionando maravilhosamente (também conhecida como síndrome do: “Porra! Mas só agora!!!”).

35. Um homem com um relógio sabe a hora certa. Um homem com dois relógios sabe apenas a média.

36. Inteligência tem limite. Burrice não.

37. Seis fases de um projeto: Entusiasmo; Desilusão; Pânico; Busca dos culpados; Punição dos inocentes; Glória aos não participantes.

38. Conversas sérias, que são necessárias, só acontecem quando você está com pressa. 39. Não se dorme até que os filhos façam cinco anos.

40. Não se dorme depois que eles fazem quinze.

41. O orçamento necessário é sempre o dobro do previsto. O tempo necessário é o triplo.

42. As variáveis variam menos que as constantes.

43. Pais que te amam não te deixam fazer nada. Pais liberais, não estão nem ai para você.

44. Entregas de caminhão que normalmente levam um dia levarão cinco quando você depender da entrega.

45. O único filho que ronca é o que quer dormir com você.

46. Assim que tiver esgotado todas as suas possibilidades e confessado seu fracasso, haverá uma solução simples e óbvia, claramente visível a qualquer outro idiota.

47. Qualquer programa quando começa a funcionar já está obsoleto.

48. Nenhuma bola vai parar em um vaso que você odeia.

49. Só quando um programa já está sendo usado há seis meses, é que se descobre um erro fundamental.

50. Crianças nunca ficam quietas para tirar fotos, e ficam absolutamente imóveis diante de uma câmera filmadora.

51. Nenhuma criança limpa quer colo.

52. A ferramenta quando cai no chão sempre rola para o canto mais inacessível do aposento. A caminho do canto, a ferramenta acerta primeiro o seu dedão.

53. Guia prático para a ciência moderna: a) Se se mexe, pertence à biologia. b) Se fede, pertence à química. c) Se não funciona, pertence à física. d) Se ninguém entende, é matemática. e) Se não faz sentido, é psicologia.

54. O vírus que seu computador pegou, só ataca os arquivos que não tem cópia.

55. O número de exceções sempre ultrapassa o numero de regras. E há sempre exceções às exceções já estabelecidas.

56. Seja qual for o defeito do seu computador, ele vai desaparecer na frente de um técnico, retornando assim que ele se retirar.

57. Se ela está te dando mole, é feia. Se é bonita, está acompanhada. Se está sozinha, você está acompanhado.

58. Se o curso que você desejava fazer só tem n vagas, pode ter certeza de que você será o candidato n + 1 a tentar se matricular.

59. Oitenta por cento do exame final que você prestará, será baseado na única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu.

60. Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que fazer, senão estudar a matéria dele.

61. A citação mais valiosa para a sua redação será aquela em que você não consegue lembrar o nome do autor.

62. Caras legais são feios. Caras bonitos não são legais. Caras bonitos e legais são gays.

63. A maioria dos trabalhos manuais exigem três mãos para serem executados.

64. As porcas que sobraram de um trabalho nunca se encaixam nos parafusos que também sobraram.

65. Quanto mais cuidadosamente você planejar um trabalho, maior será sua confusão mental quando algo der errado.

66. Tudo é possível. Apenas não muito provável.

67. Em qualquer circuito eletrônico, o componente de vida mais curta será instalado no lugar de mais difícil acesso.

68. Qualquer desenho de circuito eletrônico irá conter: uma peça obsoleta, duas impossíveis de encontrar, e três ainda sendo testadas.

69. O dia de hoje foi realmente necessário?

70. A luz no fim do túnel, é o trem vindo na sua direção.

71. A vida é uma droga. E você ainda reencarna.

72. Se está escrito “Tamanho Único”, é porque não serve em ninguém.

73. Se o sapato serve, é feio!

74. Nunca há horas suficientes em um dia, mas sempre há muitos dias antes do sábado.

75. Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.

76. A beleza está à flor da pele, mas a feiúra vai até o osso!

77. A informação mais necessária é sempre a menos disponível.

78. A probabilidade do pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.

79. Confiança é aquele sentimento que você tem antes de compreender a situação.

80. A fila do lado sempre anda mais rápido.

81. Nada é tão ruim que não possa piorar.

82. O material é danificado segundo a proporção direta do seu valor.

83. Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.

84. No ciclismo, não importa para onde você vai; é sempre morro acima e contra o vento.

85. Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na frente.

86. Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda, e o que não sai.

87. Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.

88. Você sabe que é um dia ruim quando: O sol nasce no oeste; você pula da cama e erra o chão; o passarinho cantando lá fora é um urubu; seu bichinho de cerâmica te morde.

89. Por que será que números errados nunca estão ocupados?

90. Mas você nunca vai usar todo esse espaço de Winchester!

91. Se você não está confuso, não está prestando atenção.

92. Na guerra, o inimigo ataca em duas ocasiões: quando ele está preparado, e quando você não está.

93. Tudo que começa bem, termina mal. Tudo que começa mal, termina pior.

94. Amigos vêm e se vão, inimigos se acumulam.

95. “Pilhas não incluídas”

96. Você só precisará de um documento quando, espontaneamente, ele se mover do lugar que você o deixou para o lugar onde você não irá encontrá-lo.

97. As crianças são incríveis. Em geral, elas repetem palavra por palavra aquilo que você não deveria ter dito.

98. Uma maneira de se parar um cavalo de corrida é apostar nele.

99. Toda partícula que voa sempre encontra um olho.

100. Um morro nunca desce.

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Nove de novembro e’ o Dia Mundial de Flaar en Tiopes

de Oswaldo Derwood Mills Neto | Quinta, 22 de Outubro de 2009

(uma homenagem a possível policia sem AGETELPOL….)

(do site http://www.geek.com.br/ ):

Novo dialeto já é usado há anos pelos internautas brasileiros.

Por Heinar Maracy

Os americanos têm o “Dia de Falar como Pirata” (talklikeapirate.com). Os islandeses têm o “Dia de Grunhir Como uma Foca”. Agora, os internautas brasileiros também têm um dia para demonstrar seu bom humor, sua sociabilidade e sua incapacidade para escrever corretamente. Nove de Novembro é o Dia Mudial de Flaar em Tiopês.

Mesmo quem não conhece o termo certamente já recebeu mensagens, emails e scraps sobre “secso”, “jente invegosa” ou “comofas pra estalar o soft da maqna de gital”. Esse é o tiopês, uma língua versátil, flexível e molhada que vem penetrando subrepticiamente em nossa vida digital. Promovido pelo CAPELET (Centro Avançado Para o Estudo Linguistico do Tiopês), o Dia Mudial de Flaar em Tiopês foi criado para propagar esse idioma exótico, levemente baseado no português, que ninguém sabe como foi criado, mas que dia após dia encontra um número cada vez maior de praticantes.

Segundo pesquisa elaborada pelo CAPELET, o tiopês
já é a língua mais falada pelos brasileiros na Internet. Foi adotado espontaneamente pelos milhões de brasileiros que compraram seu primeiro computador nos últimos anos e entraram na internet estimulados pela esperança de aprimorar seus conhecimentos e encontrar pornografia grátis.

Símbolo da ignorância da juventude brasileira ou exemplo de rebeldia às normas gramaticais impostas pela classe dominante? A polêmica só tende a crescer. “O Tiopês é um dos maiores exemplos de como a internet pode ser construída pelos próprios usuários, de forma participativa, bottom-up e descentralizada, e se transformar num xorume fedorento e incompreensível”, diz Wladimir Lobavsky, especialista em filologia digital. “Mas não há como lutar contra seu uso. O melhor a fazer é ignorar, fingir que não é com voce, desligar o computador e ir ler um bom livro”.

Comofas?

Ao contrário do que muitos pensam, escrever errado é tão ou mais difícil que escrever certo. Não basta trocar letras, comer vogais ou escrever rapidamente. É preciso fazer tudo isso e ainda apertar freneticamente a tecla shift, abreviar palavras e simular um derrame que paralisou parte do seu cérebro. É um esforço intelectual considerável, mas basta um pouco de prática para pegar a manha. Recomendamos acessar sites como Cersibon
e Palavra do Dia
para entender os rudimentos da novilíngua e não passar vexame. Em caso de extrema necessidade, utilize o

Aus poco vc peg o geito e vai tar flaando alegri e destrovestildo. Cmoe? Flaar o screever? Danomes mo craa. UHAUUAuau. Brinks!

www.geek.com.br

artigo original : http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/11321-nove-de-novembro-e-o-dia-mundial-de-flaar-en-tiopes

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Polícia deve capacitar pessoal para operar as novas tecnologias da informação e comunicação

de Akasha De Lioncourt | Quinta, 22 de Outubro de 2009

Polícia deve capacitar pessoal para operar as novas tecnologias da informação e comunicação

Retirado do site da Polícia Civil do Rio Grande do Sul

Especialista em Engenharia de Telecomunicações, Técnico em Segurança do Trabalho e com vários cursos na área da tecnologia, o Delegado Joel Souza de Oliveira está na Polícia Civil desde 1978. Tendo passado por diversas Delegacias de Polícia do interior do Estado e departamentos que compõem a estrutura da Polícia Civil, dentre eles o DETEL - Departamento Estadual de Telecomunicações, do qual foi Diretor de todas as Divisões (Divisão de Manutenção e Suprimento – DMS, Divisão de Assessoramento Especial em Telecomunicações - DATEL e Divisão de Operações de Telecomunicações – DOT como diretor do DETE, hoje ele enfrenta um novo desafio: dirigir o Departamento de Polícia do Interior – DPI, onde se concentra o maior efetivo da Polícia, cerca de três mil funcionários. Em entrevista ao Notícias em Preto e Branco, o Delegado Joel fala de seu trabalho a frente do DPI, onde introduziu um novo estilo de atuação, com a participação dos diversos departamentos da Polícia Civil nas operações que são realizadas no interior do Estado. Entusiasmado com as soluções que a tecnologia pode apresentar para o trabalho policial, ele defende a ampliação do uso da tecnologia da informação e comunicação e diz que um dos caminhos para a Instituição policial é investir mais na capacitação de pessoal para operar estas novas tecnologias.

P&B — Ao assumir, o senhor realizou uma reunião com os Delegados Regionais. Qual foi o objetivo desta reunião?

DJ — Fizemos a primeira reunião com os Delegados Regionais, logo depois que assumimos, com a intenção de mostrar o nosso projeto de trabalho frente ao DPI, já que eu estava assumindo a direção do Departamento e precisava conversar com os meus colegas. A reunião também foi uma oportunidade de rever os colegas, Delegados de Polícia Regionais, e saber da situação no interior do Estado. Então, nós fizemos uma primeira reunião para colocar a nossa sistemática de trabalho e quais seriam os objetivos que pretendíamos alcançar à frente da administração do Departamento de Polícia do Interior.

P&B — Que objetivos são estes que foram apresentados?

DJ — Apresentamos algumas sugestões de como poderíamos trabalhar para reduzirmos os índices de criminalidade no interior do Estado, pois, como todos nós sabemos, a criminalidade avança a cada dia, principalmente no interior. Então, a nossa intenção é desenvolver um trabalho em equipe, através da realização operações, como as que estamos realizando, com a participação de diversos órgãos da Polícia Civil e que têm dado bons resultados. Em toda a polícia, hoje, temos uma deficiência muito grande de efetivo e as Delegacias de Polícia sofrem com a carência de funcionários. Com relação a material nós podemos até dizer que estamos razoavelmente bem. Nós estamos com as delegacias razoavelmente equipadas na área de TIC, mas faltam recursos humanos. Então, esta carência é reclamada por todos os órgãos policiais do Estado, não só dos órgãos que compõem o Departamento, mas toda a polícia reclama da falta de efetivo. Diante desta carência, começamos a desenvolver um trabalho em que nos deslocamos daqui, de Porto Alegre, com auxílio de outros órgãos policiais, de outros Departamentos, principalmente dos departamentos operacionais, como o DEIC, DENARC e DPM, para realizarmos Operações Policiais em diversas regiões do interior do Estado. Estas operações têm dado um bom resultado, um resultado que, salvo melhor juízo, consideramos positivo para a Polícia. Há também a participação dos Departamentos de apoio técnico.

P&B — Que resultados o senhor poderia citar decorrente destas operações com reforço dos Departamentos operacionais?

DJ — Há lugares onde estava ocorrendo muitos homicídios, como o caso de Taquara, onde havia três, quatro homicídios por semana. Nós realizamos uma operação naquela cidade, numa terça-feira, ocasião em que foram efetivadas 11 prisões em flagrante. De lá para cá, o índice de homicídios decresceu, quase não acontecem mais, mas temos que retornar com uma “Operação Rescaldo”. Há também a questão do abigeato. Foram feitos vários flagrantes em todo o Estado, principalmente na região do Litoral Norte. Em Mostardas de um tempo para cá, foram efetivados mais de dez flagrantes, a maior parte deles pela prática do delito de furto de animais, o famoso abigeato. Foram recuperadas, aproximadamente, umas 100 cabeças de animais. Então, são coisas que têm dado resultado. Tem ainda o caso de Bagé, local onde efetivamos uma operação que resultou na devolução, para um proprietário uruguaio, de cerca de 200 cabeças de gado, mais ou menos. Nós trabalhamos em Bagé, trabalhamos em Santo Ângelo. Agora, nós temos mais duas operações na fronteira e outras duas nas Missões. Não vou adiantar mais nada sobre elas. Tem também uma operação prevista aqui perto, numa região grande, de destaque. Não estamos viajando muito agora por causa da gripe porque as operações seriam justamente onde está o índice elevado do foco da gripe. Então nós estamos segurando para evitar problemas de saúde para nossos funcionários, mas tenham a certeza que não pretendemos parar, temos conhecimento de que é impossível terminar com a criminalidade, mas que eles, os delinquentes, serão importunados, pois estaremos sempre desenvolvendo operações no interior do nosso Estado, principalmente nas nossas fronteiras, uma vez que, para o crime não há fronteiras.

P&B — O Senhor tem se relacionado constantemente com o pessoal do interior?

DJ — Temos andado pelo interior do Estado, temos visitado todas as delegacias, desde delegacias de pequeno porte àquelas de grande porte. Tenho conversado com os colegas funcionários, tenho andado por todo o interior, para sentir de perto as necessidades, e para ficar sabendo como está a nossa Polícia Civil no interior do Estado. Há poucos dias eu estava, numa sexta-feira, às 22 horas da noite, em Ametista do Sul uma cidade pequena. Na oportunidade eu tinha ido até Palmeira das Missões dar posse para o Dr. Mairon, haja vista que este estava assumindo a Titularidade da Décima Quarta Região Policial, ocasião em que fui convidado para ir até Ametista do Sul pelo Prefeito Municipal daquela cidade. Eu acho interessante este diálogo com os funcionários até para saber as dificuldades que eles estão enfrentando e até mesmo para que fiquem sabendo que temos a intenção de fazer alguma coisa por eles. Esta conversa é muito importante. Tenho andado por todo o Estado, conhecendo bem a nossa realidade do interior, e estamos programando mais operações para o interior do Estado, isso para atender aos anseios das comunidades e, ao mesmo tempo, aproximar mais os nossos policiais, pois que entendemos que há esta necessidade, para que possamos melhor desenvolver os nossos trabalhos em benefício da sociedade.

P&B — Além do abigeato que é um crime muito comum no interior, quais são os outros crimes de maior incidência no interior?

DJ — Nós temos casos de homicídios acontecendo no interior do Estado. Hoje é uma constante que nos preocupa, porque o abigeato hoje não anda mais sozinho temos os casos dos crimes praticados na zona rural. A gente tem certeza que vai conseguir reduzir com as ações o abigeato, mas não vamos terminar com esta modalidade de pratica criminosa. Como acontece com todo o tipo de crime, a gente não tem esta pretensão de terminar, de que este tipo de crime passe a não ocorrer mais. Mas um tipo de crime que está nos preocupando bastante no Departamento de Polícia do Interior, são os crimes que estão ocorrendo na zona rural como já falamos. Hoje se invade residências na área rural, matam pessoas, cometem homicídios, fazem furtos de toda ordem, de material, de coisas que estão dentro das propriedades rurais. Isto aí é uma preocupação muito grande para a polícia. Uma coisa que nós estamos tentando atacar também é a questão da droga. Geralmente, nestas operações que realizamos, o DENARC vai conosco. Nós temos feito várias apreensões no interior do Estado. Podemos citar aqui o caso de Passo Fundo, em que 340 quilos de maconha foram apreendidos. No início do mês de maio, foi aprendida uma carga de aproximadamente 1.200 Kg de maconha em Iraí. Então, em todas as operações que temos realizado, temos apreendido uma certa quantidade de drogas ilícitas, principalmente crack, cocaína e maconha dentre outras.

P&B — Com relação aqueles crimes da fronteira, de contrabando de combustível…

DJ —… Inseticida. Isto também é outra coisa que nos preocupa. Nós temos um grande problema na nossa fronteira. Há uma despreocupação muito grande com nossas fronteiras. Então, estamos preparando algumas operações, inclusive em conjunto com outras instituições, para atacar estas questões de fronteira, porque é por ali que passam não só o contrabando de agrotóxicos, inseticida, mas também passa o armamento que entra pelo Estado e vai para outros Estados da Federação. Estamos estudando como é que nós vamos atacar esta prática criminosa. O outro fato que nos preocupa também, porque somos conhecedores de que está entrando agrotóxico, está entrando inseticida, está entrando arma, pelas nossas fronteiras, é o de que temos que fazer alguma ação para coibir este tipo de crime. E o crime não tem fronteiras, como dissemos anteriormente, por isso é importante o bom relacionamento com nossos colegas policiais do Uruguai e da Argentina, principalmente.

P&B — Qual sua trajetória na Polícia?

DJ — Eu entrei na Polícia Civil em 1978. No dia 12 de março de 1978, eu estava chegando à antiga Escola de Polícia, na Azenha, para fazer o Curso Superior de Escrivão de Polícia. Na época eu já tinha o Curso Técnico em Eletrônica, então fui guindado para o Departamento Estadual de Telecomunicações, o DETEL. Depois eu saí do DETEL para ser delegado de polícia. Minha primeira Delegacia de Polícia, como delegado, foi Júlio de Castilhos, a 68 km de Santa Maria. Lá eu respondi várias vezes pela Delegacia de Tupanciretã, da qual também fui Titular. Hoje tem Jarí, tem Quevedos, Pinhal Grande, Nova Palma, Faxinal do Soturno, Ivorá. Eu trabalhei por todas aquelas localidades. Então eu brinco sempre, que eu trabalhei das barrancas do Jacuí às barrancas do Toropí. Na época havia falta de delegados e a gente não ganhava substituição, e eu respondia, às vezes, por seis ou mais Delegacias de Polícia. Então eu trabalhei muito naquela região que compõe a Terceira Região Policial que tem sede em Santa Maria

De Júlio de Castilhos eu fui para Tupanciretã, prestava auxílio na DEFREC de Santa Maria e, depois, vim trabalhar na Delegacia de Butiá, como titular. Da Delegacia de Butiá, eu fui convidado para ser adjunto na Delegacia de Homicídios, mas não aceitei. E, logo em seguida, o Chefe de Polícia me convocou para ser Diretor de uma Divisão no DETEL, A DMS. No DETEL, após ter sido Diretor de todas as Divisões que compõem este Departamento, eu fui para a Corregedoria; depois, fui titular da Delegacia de Feitos Especiais. Trabalhei no DINP, como Diretor do Departamento, local onde desenvolvemos o Projeto Escrivão que resultou no hoje SPJ e a Delegacia Eletrônica, hoje Delegacia On-Line. Na mesma oportunidade, também era Diretor do DETEL. Voltei a dirigir somente o DETEL. Fiquei como diretor de Departamento até passar a ser Chefe de Gabinete do Chefe de Polícia, o Delegado Marchisio. Como chefe de Gabinete, eu respondi pela DCS, respondi pela DAJ e pela DIPLANCO também. Respondi, principalmente, pela DAJ porque o diretor entrou em licença e eu, praticamente, durante todo o tempo em que estive na Chefia de Gabinete eu respondi paralelamente pela DAJ. Depois eu fui convidado pelo Secretário, o Dr. Omar Amorim, para dirigir o Departamento de Inteligência e Assuntos Estratégico - DIAE da Secretaria da Segurança e fiquei como diretor de inteligência até o final da administração do Dr. Omar no final do Governo Rigotto. Então retornei para o DETEL, donde saí para vir dirigir o DPI. Para mim é mais um desafio na minha carreira de policial e um desafio que pretendo desempenhar a contento, dentro de um trabalho mais operacional, que é uma coisa que pouca gente conhece, este meu lado operacional, e é o que eu gosto de fazer. Quando trabalhei no interior do Estado, eu gostava muito deste trabalho operacional e é por conhecer as dificuldades dos colegas do interior que optei por realizar este tipo de trabalho.

P&B — Existe perspectiva de aumentar o efetivo do interior?

DJ — Agora, com estes novos cursos que foram autorizados, as novas turmas da Academia, a expectativa é grande de que a maior parte destes alunos — como o DPI é o maior Departamento da Polícia, é o lugar onde está o maior número de pessoas, de funcionários, o efetivo do DPI é em torno de 3.000 funcionários — sejam aproveitados no interior do Estado para atender as necessidades da polícia e os anseios da sociedade, que clama muito por funcionários, isso para que possamos desenvolver melhor o nosso trabalho, para um atendimento da nossa população.

P&B — Mas há expectativa de novos concursos?

DJ — Eu acho que logo em seguida que os alunos forem para a Academia, deverão ser autorizados novos concursos, principalmente, para agentes. Eu acho que, agora, com o concurso de delegados em andamento, fecha o quadro de delegados, pelo menos por um tempo. E vai passar a ter concurso para agentes, para aumentar o efetivo na polícia.

P&B — Como tem sido a experiência no DPI?

DJ — Eu passei por vários órgãos da polícia, quando comecei na Polícia Civil em 78, então para mim está sendo um retorno às velhas atividades. Aqui a gente realmente está conhecendo a polícia. Porque trabalhar em Delegacias, trabalhar em órgãos de apoio, a gente não tem aquela visão ampla de como tratar todas as questões policiais. Veja que hoje nós estamos administrando a polícia, talvez na pior situação da Instituição, tendo em vista a falta de recursos humanos. Hoje a carência de funcionários é muito grande, então nós estamos administrando a pior fase da polícia, em se tratando da falta de recursos humanos. Eu lembro que quando eu cheguei, em 78, no Departamento de Telecomunicações, o Departamento tinha mais de 350 funcionários, entre rádio-técnicos e operadores de rádio e funcionários policiais. Agora, quando eu saí do Departamento tínhamos menos de 40 funcionários. As dificuldades vêm até desacompanhando a evolução porque a população vai aumentando e nosso efetivo vai diminuindo. Então, é uma coisa que preocupa. Apesar de tudo que esta aí, tem muita coisa boa acontecendo para melhor. Como eu sou da área técnica, eu vejo que a tecnologia vem e resolve grande parte dos nossos problemas. Se não fosse a tecnologia hoje, eu não sei o que seria da polícia, porque muitos problemas que estão ocorrendo hoje nós resolvemos com a tecnologia. Nós conseguimos sanar a falta de funcionários com a tecnologia, mas mesmo assim nós precisamos de recursos humanos, isso por que a máquina é burra, a polícia precisa de policiais, precisa de inteligência, precisa de equipamentos, para desenvolver a contento o seu trabalho. Mas só para dar uma mostra de que a tecnologia ajuda bastante, em determinada ocasião nós conseguimos agüentar a falta de funcionários porque possuíamos equipamentos. É aquilo que eu falava antes. Hoje a polícia está bem na área de tecnologia da informação e comunicação, e nós estamos com falta de pessoal para a área técnica de polícia, faltam policiais. Minha formação é toda na área técnica, eu sou especialista em Engenharia de Telecomunicações, sou Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Eletrônica, Técnico em Informática e tenho vários cursos na área, então eu acho que a tecnologia poderia nos ajudar mais se nós investíssemos mais nesta área. Isto não só para a polícia, mas posso dizer o mesmo para todos os órgãos e instituições estaduais.

P&B — Falta pessoal para esta área técnica?

DJ — Sim, até para a investigação eletrônica. O pessoal com conhecimento técnico tem condições de desenvolver coisas que até hoje a polícia não está usando por falta de pessoal com este conhecimento. Faltam pessoas com conhecimento, principalmente, na área da tecnologia de informação e comunicação. É essencial para boa administração, principalmente na área de segurança, o pessoal com conhecimento técnico, no meu modo de entender. Nós temos condições hoje de fazer sistemas de telecomunicações usando rádio. O rádio hoje nos possibilita acessar a rede de telefonia, basta ter o complexo todo montado, sistemas de repetição, de transmissão, tudo isto. Então, eu acho que nós temos que usar bastante a tecnologia e introduzi-la na investigação policial, que vai nos ajudar bastante, tenham a certeza, justamente com a falta de pessoal que nós temos. Nós temos que qualificar nosso pessoal e tentar trazer para dentro da polícia pessoal qualificado, para que, com isso, possamos desenvolver melhor o nosso trabalho.

P&B — Na sua atuação profissional, qual foi a situação mais difícil que o senhor encontrou?

DJ — Para ser sincero, eu nunca tive um enfrentamento que apresentasse um grau de dificuldade que não fosse possível a solução do problema, graças a Deus. Passei por várias dificuldades, até por tiroteio, no interior a gente tem que enfrentar tudo. Trabalhei em casos de seqüestro. Fui convocado pelo Chefe de Polícia para resolver uma situação de seqüestro em Lajeado e, com o uso da tecnologia, nós tivemos a sorte de um dia para o outro, solucionar o caso. Solucionamos de imediato pelo uso da tecnologia. Então eu entendo que foi uma situação difícil, mas o uso da tecnologia permitiu que nós a resolvêssemos. E o que se pretende desenvolver no DPI é dar treinamento para o pessoal. Estamos verificando, indo no interior e vendo as dificuldades, vendo o que se pode fazer. Estamos estudando a questão do treinamento de pessoal, principalmente, para esta área de abigeato, área de combate ao crime, porque o nosso pessoal precisa conhecer a documentação utilizada nestes casos de vendas de animais, nós temos que conhecer a documentação, saber manusear, ver com o que eles trabalham. Estamos estudando a questão do treinamento na área técnica, as dificuldades que existem. Então hoje temos uma preocupação muito grande na área de tecnologia da informação e comunicação, nós temos que ter mais gente que entenda do assunto, principalmente, no interior do Estado, isso para que possamos dar um suporte técnico mais rápido e eficiente aos órgãos policiais sediados no interior do Estado. São coisas muito interessantes para a Polícia Civil.

Fonte: http://www.pc.rs.gov.br/JE2/edicao5/Links/entrevista.htm

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