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Ministro luso ressalta importância das telecomunicações

de Akasha De Lioncourt | Quinta, 22 de Outubro de 2009

08/07/2009 - 21h08
Ministro luso ressalta importância das telecomunicações

Lisboa, 8 jul (Lusa) - O ministro português das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, afirmou que as telecomunicações têm um importante papel na luta contra a crise econômica e financeira mundial.

O ministro, que falava na abertura da 1ª Conferência Ibero-Americana de Ministros das Comunicações, considerou “imperativo o diálogo e a cooperação, com vista à definição de uma resposta global e coordenada para afrontar a crise”.

Esse diálogo, de acordo com Lino, principalmente em relação aos espaços econômicos regionais, é fundamental para reduzir “fosso digital que ainda se verifica a nível mundial”.

“As TIC [tecnologias de informação e comunicação] e as telecomunicações têm trazido a Portugal e ao mundo em geral, enormes contribuições ao desenvolvimento econômico e social, nomeadamente através de aumentos de competitividade das empresas e das economias, bem como do reforço de sustentabilidade nos planos social e ambiental”, defendeu.

Mário Lino ressaltou o “papel estruturante” das tecnologias de informação e comunicação na “construção de novos paradigmas” nas sociedades modernas, chamando a atenção dos ministros para a necessidade de uma reflexão sobre as comunicações na região ibero-americana, as políticas que estão sendo desenvolvidas e as áreas em que podem cooperar.

A conferência, da qual deverá sair uma declaração conjunta, insere-se na preparação da 19ª Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, sob o tema “Inovação e Conhecimento”, em 30 de novembro e 1º de dezembro em Portugal.

fonte: UOL Economia

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Guerra mostra a importância das telecomunicações

de Akasha De Lioncourt | Quinta, 22 de Outubro de 2009

matéria publicada em dezembro de 2003 mas vale a pena ler:

A recente guerra no Iraque mostrou que as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) estão se tornando uma ferramenta essencial para proteger civis em períodos de conflito.
Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), telefones via satélite, rádio e Internet continuam ajudando a salvar vidas.

“Quando nossa equipe em Bagdá permaneceu na retaguarda, depois do início do bombardeio, ela manteve comunicação via rádio conosco”, contou para a swissinfo, a porta-voz da CICV, Antonella Notari.

A Internet e os telefones não funcionavam, de modo que eles usaram receptores de rádio e transmissores para contatar a nós e a todos os demais sobre a situação em terra e alertar a respeito de qualquer perigo iminente”, acrescentou.

Telecomunicações e Internet também estão sendo usadas pela organização sediada em Genebra, para colocar famílias em contato com seus entes queridos.

Famílias Iraquianas
Por exemplo, durante a guerra no Iraque, o CICV ajudou milhares de iraquianos a contatar suas famílias, no exterior, usando telefones via satélites.

“Eles podiam falar por um minuto, para qualquer lugar do mundo, e contar a seus familiares que estavam sãos e salvos e para dar rápidas notícias”, explicou Notari.

A agência humanitária também mantém um site chamado “Link Familiar”, que objetiva colocar parentes em contato, acompanhando os conflitos em países como Iraque, Libéria, Serra Leoa, Kosovo e Bósnia Herzegovina.

Milhares de pessoas acessaram a rede para dizer que eles estavam à procura de alguém ou para informar que estavam vivos e bem, de acordo com Notari.

Um programa similar de mensagens, que utiliza a Internet e faixas de rádio comunitário, também está ajudando a reunir membros de famílias separadas em Angola, alguns dos quais estavam sem contato há décadas.

Prós e contras
Contudo, uma das desvantagens do crescente sucesso das telecomunicações é o fato de que elas estão sendo continuamente usadas pelos grupos rebeldes e terroristas.

Durante o genocídio de 1994, em Ruanda, a estação de rádio pirata, Radio Tele Libre Mille Collines (RTLM) incitou a milícia Hutu a massacrar os Tutsis.

Diretores da rádio foram processados pelo Tribunal Criminal Internacional para Ruanda, acusados de genocídio e crimes contra a humanidade.

“Na maior parte das vezes, o que se vê são certos grupos usando tecnologias de informação para espalhar suas instruções, suas mensagens e sua ideologia”, disse Notari ao swissinfo.

“Enquanto isso, a CICV tenta usar a Internet para ensinar o povo sobre leis humanitárias internacionais e os princípios básicos de humanidade… mas será uma ilusão pensar que podemos reagir contra o uso das TIC por certos grupos”, acrescentou.

Apesar desse aspecto negativo, Notari acredita que o uso das TIC em operações humanitárias continuará a crescer na medida em seus custos barateiam, e suas facilidades se tornam mais amplamente disponíveis e fáceis de serem usadas.

“Há um enorme potencial para desenvolvimento de como as telecomunicações são usadas para ajudar populações ameaçadas”, disse ela.

swissinfo, Anna Nelson de Geneva

Fonte:

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Mercadante defende apoio do PT à candidatura de Ciro ao governo de SP

de Akasha De Lioncourt | Quinta, 22 de Outubro de 2009

Mercadante defende apoio do PT à candidatura de Ciro ao governo de SP

Folha online

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), defendeu hoje que o partido apoie a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo. A declaração de Mercadante mostra a tentativa de enquadrar o grupo da ex-ministra Marta Suplicy (PT), que criticou essa possibilidade e defendeu o lançamento da candidatura própria do partido.

Ciro afirma que pretende disputar a Presidência. Seu partido, entretanto, pertence à base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente já disse publicamente que prefere que a base tenha apenas um candidato para que a eleição presidencial de 2010 seja plebiscitária ao estilo “nós contra eles”.

Para isso acontecer, Ciro teria que desistir do Palácio do Planalto para apoiar a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil). Em troca, o PT de São Paulo precisa apoiar sua candidatura ao Palácio dos Bandeirantes.

“Ciro Gomes é sim uma ótima opção para disputar o governo de São Paulo com o nosso apoio. Se não for, o PT tem excelentes nomes”, disse Mercandante no Twitter (microblog). “Ciro Gomes tem direito e condições de disputar a Presidência da República. Fez parte do nosso governo e faz parte do nosso projeto.”

Mercadante afirma que espera ter o PSB na aliança de 2010. “Estamos consolidando uma aliança para 2010 com o PMDB, PC do B, PDT, PR e PRB. E esperamos contar com o PSB.”

Ciro minimizou ontem fato de Dilma ter conquistado o apoio de uma série de partidos da base governista à sua candidatura, enquanto o PSB caminha isolado rumo à disputa pelo Palácio do Planalto. “É da natureza da minha candidatura”, afirmou.

O deputado negou sua disposição em concorrer ao governo de São Paulo, mesmo depois de transferir o seu domicílio eleitoral para o Estado. “Repito: sou candidato a presidente. Não tenho mancha na minha vida pública.”

Ciro disse ontem que não se pauta pelas pesquisas eleitorais para avaliar as condições de sua candidatura. “Eu não acho que ela [Dilma] tenha um teto [na candidatura]. Já perdi eleição saindo na frente, já venci saindo do zero. Ainda temos o grid de largada que vai marcar a partida, e depois teremos a corrida”, disse.

Questionado se Dilma faria igual o piloto Rubens Barrichello –que larga na frente, mas não vence acorrida–, Ciro desconversou. “Quem sabe [o Barrichelo] não sou eu? Agora eu, o Senna, mas eu espero que não naquela corrida fatídica”, afirmou.

Marta

Nesta semana, Marta foi mais cautelosa ao avaliar o cenário eleitoral. “Está tudo nublado. E até março, acho que não ter muita novidade. Nem por parte da oposição nem da nossa parte. Está cada vez mais nublado”, disse na segunda-feira à noite.

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Erguendo novamente a voz.

de Akasha De Lioncourt | Sábado, 17 de Outubro de 2009

Erguendo novamente a voz.

Quando uma voz se cala, há um silêncio relativo, quando todas as vozes se calam, é o início do caos na ausência total de sons que comprovem que ainda não somos insanos.
Mais uma vez estamos aqui, erguendo nossas vozes para que não nos calem. A ameaça, iminente, vem através de um Projeto de Lei cujo intuito é a Reestruturação das Carreiras na Polícia Civil de São Paulo. Dentre as muitas mudanças, há uma previsão na redução do quadro de carreiras, reunindo-as sob a nova designação “Agente de Polícia”, sendo uma das exigências para ingresso que os candidatos possuam formação escolar em nível médio. Neste rol, estão os Agentes de Telecomunicações Policial, policiais que realizam a tarefa de manter a ordem e evitar o caos, entre outras atribuições. Uma vez um colega investigador disse que éramos “a voz do outro lado do rádio” e se não fosse por isso, muitas situações perderiam o controle sem o nosso apoio, fosse nas pesquisas diversas que nos são solicitadas, fosse organizando a própria comunicação via rádio, impedindo que uns cortem a transmissão de outros, interligando informação quando as unidades móveis não conseguem se alcançar, dando suporte para que eles possam trabalhar, enfim, uma carreira que está encarregada de projetar, manter e operar TODAS as redes de comunicação e transmissão de dados da policia civil. Somos agentes que trabalham nos bastidores, nos VHF’s, movimentando as diversas mensagens que circulam no Estado, informando, pesquisando, localizando, atendendo à comunidade, fornecendo informações quando nos solicitam auxílio sobre como proceder nas mais diversas situações cotidianas, a maioria no âmbito cível, os vários desacordos comerciais, os negócios mal feitos, a má-fé recíproca, a lei da vantagem. Uma verdadeira operação de inteligência policial. Mesmo assim, querem extinguir a nossa carreira, querem calar as nossas vozes. Mais do que isso, querem retirar de nós a legitimidade que sempre foi nossa para cuidarmos da comunicação policial em sentido amplo. Num momento em que a informação digital está crescendo, em que a velocidade na obtenção de dados aumenta qualitativamente, em que entramos na era digital da comunicação, o governo do estado quer criar um retrocesso e nos dispensar. Sim, é como nos sentimos: dispensáveis. Não queremos, com isso, dizer que somos melhores do que ninguém, apenas demonstrar que somos valorosos e podemos progredir ao invés de sumirmos. Merecemos acompanhar os avanços tecnológicos e, sob a denominação de Agentes de Telecomunicações ou Agentes de Inteligência, termos a nossa carreira tão reconhecida quanto a de Papiloscopista, Escrivão de Polícia ou de Investigador de Polícia, levando-se em conta que nossas atribuições são praticamente as mesmas que as duas últimas, com ingresso mediante concurso de provas e títulos e nível de escolaridade em Grau Superior (Nível Universitário), pois essa é a realidade da nossa carreira hoje, para não dizer que é a realidade da Polícia Civil em quase toda a sua totalidade.
É por isso, senhores deputados da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, que novamente invadimos as suas caixas postais e pedimos que reflitam sobre essa situação e nos dêem a chance de continuarmos nos orgulhando por sermos policiais da área de comunicação, de inteligência, por sermos responsáveis pela transmissão de dados via voz, via internet, via telefone, seja lá como for necessário. Pedimos, nesse momento, que nos apóiem numa questão tão delicada, que sejam a nossa voz no plenário e ergam-na em nossa defesa, pois em cada cidade, certamente haverá ao menos um policial que trabalha nessa profissão, em regime plantonista e portanto tão operacional quanto as demais carreiras, que têm orgulho em usar o distintivo e saber que a cada plantão, a cada expediente cumprido, nossa missão foi levada a sério e exercemos nossa função com honra e dignidade, garantindo a segurança da população e dos nossos próprios colegas. Não nos neguem esse direito aprovando um projeto que prega pela desigualdade e injustiça para com tantas carreiras, inclusive a nossa.
Aproveitamos o ensejo para agradecer por qualquer medida que seja tomada em nosso favor, principalmente se a mesma acontecer na forma de emendas que retirem desse projeto o caráter discriminatório e inconstitucional, devolvendo a cada um de nós o orgulho em sermos Agentes de Telecomunicações Policial.

Akasha De Lioncourt – Agente de Telecomunicações Policial – Polícia Civil de São Paulo.

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a Reestruturação e a arte da guerra…

de Oswaldo Derwood Mills Neto | Sábado, 17 de Outubro de 2009

Andei analisando o trafego de mensagens no grupo agetelpol-sp@googlegroups.com e ultimamente ele parece ter decaído, ao mesmo tempo tenho recebido por outros caminhos, mensagens no sentido de que ” A SSP vai mudar o projeto, fiquem tranquilos, que nada do que esta do projeto da DGP vai passar como está…”

Pois bem, queria apenas recordar aos colegas que, a 2500 anos, Sun Tzu disse:

”Assim, a melhor política para as operações militares é obter a vitória, atacando a estratégia do inimigo. A segunda melhor política é desintegrar as alianças do inimigo por meio da diplomacia; em seguida, atacar seus soldados, lançando um ataque ao inimigo; mas, a pior política é atacar violentamente cidades fortificadas e subjugar territórios.”

Assim, a administração, ao perceber que teria oposição, por menor que fosse, passou a divulgar, por meio de prepostos, ou de ingênuos bem intencionados, meios de eliminar qualquer estratégia que possamos estar elaborando, e, ao mesmo tempo que tenta criar a desunião dentro das carreiras afetadas.

Mais ainda, em outras palavras de Sun Tzu :

”Um chefe que é capaz deve fingir ser incapaz; se está pronto, deve fingir-se despreparado; se estiver perto do inimigo deve parecer estar longe.”

Logo, ao dizer que ainda está estudando o proposto pela DGP, pode estar apenas se fingindo de despreparado, e embora possa já estar pronto para o ataque (enviar o projeto à Casa Civil), parecer estar distante disso.

Por isso, rogo que todos permaneçam alertas, e se continuem mobilizados, de preferencia num único objetivo, e que não se esqueçam do que disse Sun Tzu sobre os espiões:

“Assim, dentre os que se relacionam com o exército, nenhum teria maior acesso do que os espiões que estão perto do general; de todas as recompensas, nenhuma seria mais generosa do que a oferecida a espiões, e dentre os segredos militares, nenhum é mais confidencial do que os relacionados com espiões.

Somente o comandante mais astuto sabe como empregar os espiões. Somente o comandante humanitário e justo sabe como empregar os espiões.
Somente o comandante alerta e sutil sabe como obter informação verdadeira dos espiões.

Sutil realmente! Verdadeiramente sutil! Não há nenhum lugar onde a espionagem não seja possível…”

E isso vale para os dois lados, precisamos urgentemente de pessoal que esteja na SSP, e que tenha “olhos e ouvidos” abertos…

(mais sobre “A arte da guerra” - http://www.suntzu.hpg.ig.com.br/cap0c.htm
)

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